sexta-feira, 8 de abril de 2016

   



                                                   Um Lugar para os excluídos!

        Esse pequeno texto é baseado em fatos reais e os nomes das pessoas não serão divulgados, essa   estória que vou lhes contar se passou a muito, muito tempo na Espanha e fala de um jovem e sua exclusão. Jose era um estudante brilhante um rapaz de origem humilde, como em quase todo o mundo, quando os rapazes chegam a uma certa idade  eles são obrigados a servir o exercito .mas José era diferente ele não gostava de guerras era um rapaz muito a frente do seu tempo e portanto se recusava a ir para guerra, um belo dia José fora chamado pra batalha  mas ele recusou e não honrou a bandeira de seu pais o governo da Espanha decidiu que Jose seria exilado de sua pátria ,Jose fora excluído de sua nação por não pensar igual aos outros garotos, fora excluído por não querer derramar sangue ,fora excluído por querer a paz porque para honrar a bandeira de sua pátria ele teria que lutar, teria que derramar sangue. José agora sem pátria fez suas malas e deixou seus pais, seu lar, seus amigos e tudo o que amava e não fora desamparado pois fora acolhido por um pais da América do Norte.
       lá no exilio José chorou pois estava longe de quem mais amava ,chorou de solidão, mas não desistiu e continuou a estudar , ao invés de desistir de lutar José decidiu seguir em frente e seguia estudando dia após dia, noite após noite até que um dia recebeu um grande prêmio o rei de seu país ficara sabendo que o rapaz exilado engrandecera o nome de seu país e tamanho foi o orgulho que o rei pedira a José que retornasse a sua pátria e o premiou com um titulo. A moral da estória é como acontece em toda exclusão o que vai determinar o nosso destino será o modo como encaramos essa exclusão ou você pode passar a vida se lamentando ou pode fazer como José fez que é seguir e fazer o melhor.
                  Marinalva Reis
           
    

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Constelação familiar, a terapia para vencer fantasmas do passado Terapia que busca em epifania familiar a explicação de problemas do presente vem crescendo no Brasil

Introdução e Desenvolvimento do método

Hellinger desenvolveu seu método a partir de observações empíricas, fundamentadas em diversas formas de psicoterapia familiar, dos padrões de comportamento que se repetem nas famílias e grupos familiares ao longo de gerações.
Esse filósofo deparou-se com um fenômeno descortinado pela psicoterapeuta americana Virginia Satir nos anos 70, quando esta trabalhava com o seu método das “esculturas familiares”: que uma pessoa estranha, convocada a representar um membro da família, passa a se sentir exatamente como a pessoa a qual representa, às vezes reproduzindo, de forma exata, sintomas físicos da pessoa a qual representa, mesmo sem saber nada a respeito dela.
Esse fenômeno, ainda muito pouco compreendido e explicado, já havia sido descrito anteriormente por Levy Moreno, criador do psicodrama. Algumas hipóteses têm sido levantadas também utilizando-se da teoria de evolução dos "campos morfogenéticos", formulada pelo biólogo britânico Rupert Sheldrake e apoiando-se em conceitos da Física Quântica como, por exemplo, a não localidade[1] .
De posse de detalhadas observações sobre tal fenômeno, Hellinger adquiriu experiência e, baseado ainda na técnica descrita por Eric Berne e aprimorada por sua seguidora Fanita English de “análise de histórias”, descobriu que muitos problemas, dificuldades e mesmo doenças de seus clientes estavam ligadas a destinos de membros anteriores de seu grupo familiar.

As descobertas fundamentais

Hellinger descobriu alguns pontos esclarecedores sobre a dinâmica da sensação de “consciência leve” e “consciencia pesada”, e propôs uma “consciência de clã” (por ele também chamada de “alma”-- no sentido de algo que dá movimento, que “anima”), que se norteia por “ordens” arcaicas simples, que ele denominou de “ordens do amor”, e demonstrou a forma como essa consciência nos enreda inconscientemente na repetição do destino de outros membros do grupo familiar. Essas ordens do amor referem-se a três princípios norteadores:
  • 1 - a necessidade de pertencer ao grupo ou clã
  • 2 - a necessidade de equilíbrio entre o dar e o receber nos relacionamentos
  • 3 - a necessidade de hierarquia dentro do grupo ou clã
As ordens do amor são forças dinâmicas e articuladas que atuam em nossas famílias ou relacionamentos íntimos. Percebemos a desordem dessas forças sob a forma de sofrimento e doença. Em contrapartida, percebemos seu fluxo harmonioso como uma sensação de estar bem no mundo.

O procedimento

A “constelação familiar” consiste em um método no qual um cliente apresenta um tema de trabalho e, em seguida, o terapeuta solicita informações factuais sobre a vida de membros de sua família, como mortes precoces, suicídios, assassinatos, doenças graves, casamentos anteriores, número de filhos ou irmãos.
Com base nessas informações, solicita-se ao cliente que escolha entre outros membros do grupo, de preferência estranhos a sua história, alguns para representar membros do grupo familiar ou ele mesmo. Esses representantes são dispostos no espaço de trabalho de forma a representar como o cliente sente que se apresentam as relações entre tais membros. Em seguida, guiado pelas reações desses representantes, pelo conhecimento das "ordens do amor" e pela sua conexão com o sistema familiar do cliente, o terapeuta conduz, quando possível, os representantes até uma imagem de solução onde todos os representantes tenham um lugar e se sintam bem dentro do sistema familiar.
Nos anos recentes (2003-2005), Hellinger apurou sua forma de trabalho para um desenvolvimento ainda mais abrangente, que ele denominou de "movimentos da alma". Estes abrangem contextos mais amplos do que o grupo familiar, tais como o grupo étnico. Descobriu e descreveu ainda os efeitos das intervenções (chamado de “ajuda”) e os princípios que efetivamente norteiam a ajuda efetiva, criando assim também as chamadas “ordens da ajuda”.

Aplicações

A abordagem apresenta uma vasta gama de aplicações práticas devido aos seus efeitos esclarecedores no campo das relações humanas, como:
  • melhoria das relações familiares
  • melhoria das relações interpessoais nas empresas
  • melhoria das relações no ambiente educacional
Tais aplicações deram início a abordagens derivadas, denominadas de constelações familiares, constelações organizacionais e pedagogia sistêmica.