quarta-feira, 21 de março de 2012

Doenças relacionadas às emoções


Realmente podemos ficar doentes devido ao enfraquecimento de nossa aura.
Distúrbios emocionais, insatisfações ou aborrecimentos constantes, e principalmente o pessimismo, a baixa estima, o não amar a si mesmo (a), muito comum e freqüente em certas pessoas, podem enfraquecer nosso campo de proteção áurica, causando-nos diversas doenças.
Praticamente, todos já ouvimos dizer que muitas doenças são causadas por nós mesmos, por situações e conflitos que criamos com nosso comportamento diante da vida, nossa boca, nosso pensamento, nossas ações. Nada pode estar mais perto da verdade.
Abaixo, estão algumas possíveis situações de doenças de nosso corpo físico e que às vezes são causadas pelo enfraquecimento desta nossa proteção natural.
Acidentes: Raiva, frustração e rebelião.
Alergias: Aparecem naquele s que estão sempre nervosos e irritados com as atitudes das outras pessoas com quem convivem. Se você tem alergias procure ser mais calmo e compreensivo com aqueles que o rodeiam.
Anemia: Você é uma pessoa que praticamente não tem nenhuma confiança em si mesma.
Aparelho Respiratório: Pessoas que estão sempre desesperadas, sempre correndo e que gostam de fazer tudo ao mesmo tempo. O resultado disso é que, muitas vezes, elas não terminam nenhum de seus afazeres, ou não fazem nada direito.
Artrite: Perfeccionismo. Pessoa muito crítica com as outras pessoas que a rodeiam, sejam elas amigos, familiares, companheiros de trabalho, etc... Você também é uma pessoa insistente, talvez levando essa insistência longe demais. Às vezes é bom deixar de lado, desistir de alguma situação difícil, caso não esteja recebendo o apoio de que necessita. Persistir em algo muito complicado, sem ajuda de ninguém, pode lhe trazer sérios problemas com os ossos de seu corpo ou então uma artrite.
Asma: Complexo de culpa.
Ataques: Pensamentos negativos, quem não é feliz.
Bexiga: Segurando a dor para si mesmo.
Braços: Emoções antigas.
Bulimia: Ódio de si mesmo, achando não ser bom o suficiente.
Cabeça: O que nós mostramos ao mundo.
Câncer: Ressentimento profundo.
Coluna: Geralmente essas pessoas gostam de fazer tudo sozinhas e depois, acabam sempre reclamando que ninguém dá uma mãozinha.
Coração: Pessoas que não vivem doi amor e da felicidade.
Dedos: Ego, raiva, medo, preocupação, perda, pretenção.
Dentes (cáries dentárias ou gengivites): Talvez quase ninguém saiba, mas os dentes representam a família. Se você é esteio de sua família, a pessoa a quem cabe tomar todas as decisões, arcando com todas as responsabilidades e conseqüências, é muito propensa a ter problemas com seus dentes, ou a desenvolver uma gengivite.
Dor: Culpa, medo de ser punido.
Estômago ( problemas digestivos): Dificuldade de assumir novas idéias e novas experiências.Se você anda comendo muito, talvez seja a única forma que esteja encontrando para estagnar ou conter seus impulsos de criação. Ou então, pode ainda significar que esteja totalmente insatisfeito com sua vida sexual.
Fígado: Pessoa que acumula o sentimento de raiva dentro de si. Procure liberar sua raiva e não guarde rancor de ninguém. Quanto mais raiva guardar, pior será para você.
Frigidez: Medo, culpa sexual
Garganta: Medo de mudanças, dificuldade em falar e frustração.Quando você tiver algum distúrbio nesta região de seu corpo, não pense duas vezes antes de liberar toda sua criatividade, para assim ampliar a proteção de sua aura. Fale, exponha suas idéias, mesmo correndo o risco de não serem aceitas.
Gastrite: Este tipo de sintoma quase sempre se manifesta em pessoas que guardam para si os problemas, são, maioria das vezes, pessoas introvertidas e que demonstram uma falsa calma e tranqüilidade.
Genitais: Rejeição sexual.
Gordura localizada: Para o conceito esotérico, este tipo de gordura, principalmente quando localizada nas coxas, significa que, quando era criança, você não recebeu aquele carinho tão especial e necessário do colo de sua mãe que com o calor de seu corpo transmitia o amor e a segurança que precisava. Inconscientemente, esta carência está registrada em seu íntimo, fazendo-o desenvolver algum tipo de gordura localizada.
Impotência: Medo, inveja do próximo.
Joelho: Inflexibilidade, ego, medo de mudanças, há um excesso de humildade.
Mãos: Pão duro ( não gostam de gastar dinheiro).
Obesidade: Insegurança.
Orelhas: Dificuldade de aceitar o que lhe é dito.
Pele: Pessoas que possuem poder sobre você.
Pernas: Medo de enfrentar as coisas novas do dia a dia.
Pés: Dificuldade em compreender a si próprio. Suas opiniões quase nunca são escutadas ou respeitadas pelas pessoas mais próximas.
Pescoço: Pessoas muito teimosas e inflexíveis. Para estas pessoas, a aura nesta parte do corpo não vai além de alguns centímetros de proteção.
Retenção de Líquidos: Na alquimia, a água representa intuição. Se você tem tendência a reter líquidos em seu organismo, deve ser uma pessoa de intuição muito forte. Não tenha medo e libere suas manifestações intuitivas.
Rins: É exatamente no chackra supra-renal que as mágoas se acumulam, diminuindo muito a proteção do campo áurico dessa região. Não é por acaso que, em uma situação de separação, por exemplo, que geralmente traz consigo muitas mágoas, tristezas e dores, os envolvidos acabam desenvolvendo alguma coisa relacionada a este órgão, como é o caso de um cálculo renal.
Tumor: Feridas antigas, tormento, não se permite a cura.
Úlcera: Medo de não ser bom o suficiente.
Varizes: Geralmente são aquelas pessoas que não aceitam as condições que lhes são impostas, querendo que tudo ocorra sempre ao seu jeito.
Você pode estar se perguntando: ”O que fazer para mudar essa situação?”
Sabendo que uma das possíveis causas de sua doença pode ser algo relacionado ao que foi dito, que tal começar mudando seu comportamento em relação à vida e às pessoas com quem você convive?
ORE . A ORAÇÃO TAMBÉM FUNCIONA COMO MÁGICA E É PRATICAMENTE INFALÍVEL.
Ao se deitar e ao se levantar, ore e agradeça
Faça uma oração bonita.
Converse carinhosamente com Deus.
Seja amável e doce com as pessoas e consigo mesma
Mas não se esqueça de consultar seu médico de confiança.

Causas emocionais das doenças - 2
DOENÇA - se há doença é porque algum aspecto da vida não está fluindo adequadamente. Ela é manifestação de conflitos interiores.
Antes da somatização surgem manifestações emocionais como angústia, depressão, medo etc.
Assim como criamos as doenças, podemos destruí-las. A cura é uma combinação do tratamento físico com o reposicionamento interior.
I - SISTEMA CIRCULATÓRIO
I.1. - Coração - entusiasmo e motivação pessoal.
I.1.1. - Problemas cardíacos em geral - desânimo e desmotivação.
I.1.2. - Angina - firmeza aparente, que esconde amarguras e
sofrimentos. Dos falsos valores, perda da motivação e entusiasmo pela vida.
I.1.3. - Infarto - desmoronamento
I.1.4. - Taquicardia - entusiasmo reprimido.
I.2. - PRESSÃO ARTERIAL - fuga dos conflitos que envolvem a afetividade.
I.2.1. - Pressão Alta - fuga através da preocupação ou
dedicação excessiva aos afazeres.
I.2.2. - Pressão Baixa - fuga pelo esquecimento, desejo de
abandonar tudo.
I.3. - Sangue - expressão da individualidade, fiel representante da alma, que dávida ao corpo.
I.3.1. - Anemia - falta de ânimo e vitalidade.
I.3.2. - Coagulação sanguínea - (in)capacidade de se refazer
mediante as perdas.
I.3.3. - Hemorragia - desrespeito ao ritmo interno, ultrapassando os próprios limites e perdendo-se no que faz.
I.3.4. - Leucemia - ressentimento por não conseguir manter a
integridade na vida.
I.3.5. - Tipos Sanguíneos:
A - pessoas conservadoras, detalhistas, harmoniosas, prestativas, sem pretensõesde liderança.
AB - pessoas colaboradoras, cumpridoras de compromissos,
prestativas.
B - pessoas com autoconhecimento, que sabem o que querem, mas com dificuldades para lidar com os outros.
O - pessoas comunicativas, com capacidade de liderança,
convincentes,determinadas, expressivas
I.4. - Vasos Sanguíneos - senso de direção e limites.
I.4.1. - Aneurisma - negação da própria fragilidade e
limitações, abraçandocausas externas. Alta responsabilidade para se manter no poder e controle dasituação.
I.4.2. - Arteriosclerose - resistência ao novo.
I.4.3 - Flebite - intransigência e irritação diante de obstáculos.
I.4.4. - Trombose - pessimismo e limitação na vida.
I.4.5. - Varizes - estagnação numa situação desagradável,
frustração por não realizar idéias e objetivos. Fazer de tudo, menos o necessário.
II - SISTEMA DIGESTIVO
II.1. - Afta - autopunição por sentir-se despreparado e negar a própria capacidade.
II.2. - Dentes- decisão, vitalidade e força agressiva.
II.2.1. - Canal - índole, senso moral e familiar.
II.2.2. - Cáries - indecisão, perda da solidez interior.
II.3. - Diabetes - depressão, falta de docilidade, pessimismo.
II.3.1. - Hipoclicemia - ansiedade, resgate do tempo perdido.
II.4. - Digestão - elaboração e aceitação dos acontecimentos.
II.5. - Esôfago - realismo.
II.5.1.- Esofagite - constante irritação.
II.5.2. - Hérnia de hiato - sentimento de culpa.
II.6. - Estômago - processador das emoções básicas.
II.7. - Estomatite - sentimento de invasão e incapacidade de
sustentar o próprio ponto de vista.
II.8. - Faringe - aceitação dos fatos triviais.
II.8.1. - Faringite - irritação por não saber lidar com
episódios desagradáveis.
II.9. - Fígado - órgão da mudança, força agressiva.
II.9.1. - Cirrose - autodestruição.
II.9.2. - Hepatite - resistência ao novo, gerando bloqueios.
II.10. - Glândulas Salivares - sentimento de segurança.
II.10.1. - Caxumba - sentimento de impotência.
II.10.2.- Síndrome de Sjogren (SS) - revolta e indisposição
em absorver os episódios da vida.
II.11. - Hemorroídas - apego às mágoas do passado.
II.12. - Intestino Delgado - absorção e aproveitamento das
experiências de vida. Capacidade de entendimento.
II.12.1. - Diarréia - súbito desapego, sem elaborar a
experiência.
II.13. - Intestino Grosso - expressão dos mais profundos
sentimentos . Doação egenerosidade.
II.13.1 - Intestino preso - recusa na exteriorização dos
sentimentos.
II.13.2. - Prisão de ventre - meticulosidade, atrapalhar-se
com detalhes, contenção da espontaneidade.
II.14. - Língua - prazer e articulação da expressão.
II.15 - Mau Hálito - desejo inconsciente de distanciar as
pessoas.
II.16. - Maxilar - dosagem da força agressiva
II.16.1. - Gengiva - firmeza nas decisões.
II.16.2. - Gengivite - frustração por não conseguir sustentar
decisões.
II.17. - Náusea e Vômito - resistência e recusa a situações.
II.18 - Pâncreas - abrir-se para a vida e as pessoas,
extraindo o melhor da situação. Alegria e descontração em viver.
II.18.1. - Depressão no Pâncreas - quadro psicológico que
acompanha as principais doenças pancreáticas.
II.18.2. - Pancreatite - amargura, frustração e raiva.
II.19. - Suco Gástrico - resposta mental às situações da vida.
II.19.1. - Gastrite - atividade mental proporcionalmente
maior que os fatos.
II.19.2. - Úlcera - não se permite falhar nem compartilha os
problemas.Agressividade sufocada.
II.20. - Vesícula Biliar - sentir-se em condições de
enfrentar os grandes obstáculos da vida.
III - SISTEMA REPRODUTOR
III.1. - SISTEMA REPRODUTOR FEMININO
III.1.1. - Frigidez - bloqueios que impedem a entrega no ato
sexual.
III.1.2. - Mamas - feminilidade e afetividade, capacidade de
entrega e doação.
III.1.2.1. - Amamentação - capacidade de doação.
III.1.2.2. - Coceira - insatisfação com a dedicação ou a
forma como é tratada pelos outros.
III.1.2.3. - Flacidez - falta de sustentação interior, perda da autoconfiança.
III.1.2.4. - Mastite - conflitos durante a dedicação.
III.1.2.5. - Nódulos - bloqueios afetivos.
III.1.3. - Menstruação - renovação, desprendimento e
aceitação da feminilidade.
III.1.3.1. - Amenorréia - regressão na maturidade feminina,
apego a situações ou pessoas que foram marcantes.
III.1.3.2. - Menopausa - maturidade emocional.
III.1.3.3. - Outros problemas - rejeição da própria feminilidade, dificuldade em lidar com mudanças.
III.1.4. - Ovários - criatividade feminina
III.1.4.1. - Cistos - criatividade sufocada, culpa pelas
idéias que deram errado.
III.1.4.2. - Ovário policístico - confusão mental, dificuldade em expor idéias.
III.1.5. - Tubas Uterinas - elaboração das idéias, forma como
se expressa a criatividade.
III.1.5.1. - Infertilidade/esterilidade - sentir-se incapaz de
sustentar uma situação (igual para os homens)
III.1.5.2. - Laqueadura - influência negativa na elaboração
das idéias.
III.1.6. - Útero - natureza feminina, originalidade e espontaneidade.
III.1.6.1. - Miomas e Fibromas - deixar-se moldar pelo
externo, não preservarsua natureza íntima.
III.1.7. - Vagina - prazer na vida e no sexo.
III.1.7.1. - Coceira - expectativas frustradas em relação ao
prazer ou ao parceiro.
III.1.7.2. - Corrimento - profundos ferimentos afetivos ou
sexuais.
III.1.7.3. - Ressecamento - despreparo para o prazer.
III.1.7.4. - Vaginismo - falta de soltura e entrega ao prazer.
III.2 - SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO
III.2.1. - Pênis - prazer masculino, capacidade de concretizar os objetivos da vida.
III.2.1.1. - Disfunção erétil - autodepreciação, inferioridade e
fracasso navida.
III.2.2. - Próstata - caráter masculino.
III.2.2.1. - deixar de ser original e perder o caráter.
III.2.3. - Testículos - criatividade masculina.
IV - SISTEMA RESPIRATÓRIO
IV.1. - Brônquios - relação entre os mundos interno e externo, interação harmoniosa com o ambiente.
IV.1.1. - Asma brônquica - sentimento de inferioridade
disfarçado pelo desejo de poder e controle do ambiente.
IV.1.2. - Bronquite - dificuldade de relacionar-se com o ambiente. Incapacidade de expressar sentimento de agressão. Necessidade de chamar atenção, isolar-se ou fazer chantagem.
IV.2. - Fossas Nasais - primeiro contato entre o externo e o
interno, habilidade para lidar com os palpites e sugestões dos outros.
IV.2.1. - Gripe ou resfriado - confusão interior, despreparo
para lidar com mudanças, falta de confiança no novo.
IV.2.2. - Rinite - abalar-se pelas confusões do ambiente, não
se permitir errar, adotar comportamento exemplar.
IV.2.3. - Sinusite - profunda irritação com alguém bem próximo, decepção provocada pelas expectativas.
IV.3. - FENÔMENOS RESPIRATÓRIOS
IV.3.1. - Bocejo - mobilização orgânica para refazer-se do
desgaste físico ou da perda energética, desprendimento da negatividade agregada.
IV.3.2. - Espirro - impulso de defesa contra idéias ou energias
negativas.
IV.3.3. - Ronco - teimosia, rigidez de idéias.
IV.3.4. - Soluço - ansiedade e medo do desfecho de uma
situação.
IV.3.5. - Tosse - regressão dos impulsos agressivos e desejo
de atacar.
IV.4. Laringe - seleção e discernimento entre idéias e fatos.
IV.4.1. - Calos nas Cordas Vocais - revolta e aspereza na forma de falar.
IV.4.2. - Disfunções da Fala - contenção dos impulsos.
IV.4.3. - Engasgo - ser surpreendido por coisas que vêm
atravessadas.
IV.4.4. - Gagueira - incapacidade de falar por si, tolher-se
na expressão.
IV.4.5 - Laringite - irritação por não conseguir manter sua
força de expressão, frustração por não falar o que pensa.
IV.4.6. - Voz - via de expressão do ser.
IV.5. - Pulmões - órgãos de contato e relacionamento com a
vida e o ambiente.
IV.5.1. - Edema - apego emocional seguido de desmotivação e
perda da vontade de viver.
IV.5.2. - Enfisema - medo e negação da vida, dificuldade em
encarar os obstáculos.
IV.5.3. - Pneumonia - cansaço da vida, irritação por se doar
muito aos outros sem retorno.
IV.5.4. - Tuberculose - crueldade e desejo de vingança
sufocado.
V - SISTEMA URINÁRIO
V. 1. Bexiga - necessidade de aliviar tensões emocionais e
psicológicas.
V.1.1. - Cistite - irritação com o parceiro ou com as intrigas no
lar, traumas sexuais ou culpa pelas atitudes incorretas de alguém querido.
V.1.2. - Enurese noturna - emoções reprimidas, tensões e
medos liberados durante o sono.
V.1.3. - Incontinência Urinária - medo de perder o controle
emocional em situações afetivas.
V.1.4. - Uretrite - sentir-se irritado e chateado com as situações ao redor.

V.1.5. - Outros Problemas na Bexiga -
apego a situações do
passado, frustração evitimismo.
V.2. - Rins - correspondem ao âmbito da parceria: capacidade
de amar e de se relacionar.
V.2.1. - Cálculos renais - apego às complicações afetivas.
Cultivar mágoas e cultivar excessivamente os entes queridos.
V.2.2. - Cólica renal - apego a quem ama, não admitir nenhum
tipo de ruptura no relacionamento.
V.2.3. - Outros Problemas Renais - dificuldades nos
relacionamentos

quinta-feira, 8 de março de 2012

Meu Nome é Mulher

Por que metade de mim é uma menina que brinca de balanço mesmo de salto alto
A outra metade é seriedade,mulher metade meniniçe metade maturidade
Brinco de boneca enquanto piloto um avião
Vou a Marte enquanto me visto de enfermeira no hospital ,também sou médica enquanto projeto arranhaceus,vou aos tribunais tenho vário papeis
Sou Mãe quando com amor preparo uma bela refeição para servir aos meus.
Choro quando um filhote sai do ninho e me alegro com sua felicidade ,sou presidente,sou artista,poetiza ,senhora do meu Destino o meu é nome é MULHER!
 
 Mari reis

quarta-feira, 7 de março de 2012

Uma Singela Homenagem ao Dia Internacional da Mulher!


Maria, Maria
Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer
Do planeta
Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que rí
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida....
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria...
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida....
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!...
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria...
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho, sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida

Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê

domingo, 4 de março de 2012

A Cigarra e a Fomiga com um novo final!


 
Há inúmeras versões desta fábula. Monteiro Lobato, precursor da História Infantil no Brasil, em seu livro Fábulas, introduziu a fábula da formiga boa, pois a outra é uma avarenta e invejosa.. Na sua versão ele finaliza dizendo: "OS ARTISTAS - POETAS, PINTORES, MÚSICOS - SÃO AS CIGARRAS DA HUMANIDADE".
A versão em vídeo é outra releitura, que acompanha o sentimento de solidariedade, que contraria as versões conservadoras em que a formiga se morde de inveja e é avarenta:
Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou:
- Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para gente aproveitar! O verão é para gente se divertir!
- Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno.
Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer.
Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha.
A cigarra então aconselhou:
- Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar!
A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga.
Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la se divertindo, olhou feio para ela e ordenou que voltasse ao trabalho. Tinha terminado a vidinha boa.
A rainha das formigas falou então para a cigarra:
- Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio.
A cigarra nem ligou, fez uma reverência para rainha e comentou:
- Hum!! O inverno ainda está longe, querida!
Para cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o hoje, sem pensar no amanhã. Para que construir um abrigo? Para que armazenar alimento? Pura perda de tempo.
Certo dia o inverno chegou, e a cigarra começou a tiritar de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga.
Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio.
Puxou-a para dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa.
Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra: - No mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco, cumpra o seu dever: toque e cante para nós.
Para cigarra e para as formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas.
"A FORMIGA SÓ TRABALHA PORQUE NÃO SABE CANTAR" (RAUL SEIXAS)