sábado, 25 de fevereiro de 2012


 

REIKI RELÂMPAGO, O REIKI DA KWAN YIN



Como é bom fazer tudo direito! Voltei a dar ouvidos aos meus anseios e retomei, com um grupo que trabalhei durante 3 meses, as propriedades dos corpos, chacras e glândulas, os 12 Raios da Fraternidade Branca e Solar, todas as questões que sempre quis colocar no Reiki sugerido pela mãe Kwan Yin e pelo Dalai Lama.

Foi uma tarde plena de contentamento, pois Ricardo, meu amigo e desenhista, retratou os mestres e mestras guias de Reiki com seus símbolos pessoais e a iniciação foi muito especial.
Agradeço de coração à Angela Keramidas, uma vez que eu tinha vontade de refazer a apostila e ela pode me ajudar. Este Reiki causa impacto por ter tratamento e preparo anterior para aplicação dos símbolos que se apresentarão à Iniciação.

O ritual é cumprido de acordo com o que o mestre Mikao Usui ensinou, o ritual da água com limão. Normalmente são necessários os acompanhamentos com banhos de ervas e florais e assistência por mais duas etapas (ou quando se fizer necessário).
Tenho certeza que neste trabalho, pela evolução do grupo iniciado anteriormente na fraternidade dos 12 raios, teremos surpresas e desenvolvimento contínuo.
Gratíssima, querida Kwan Yin, por termos alcançado mais uma etapa juntas. Grata, Dalai Lama, pelo chamado!!!

www.livestream.com HARMONIA COSMICA on Livestream. Programa com Doriana Tamburini para Espiritualistas e Terapeutas que tem conexão com a Grande Fraternidade Branca, os 12 Raios,Comando Ashtar Sheran e tantas histórias para compartilhar! -Todas as sextas apartir de 20:30hs

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Gasparetto e você

 

Repita sempre: "Eu sou mais eu!"

Perca o medo da opinião dos outros. Ao reforçar sua autoconfiança, você expulsa as dores e abre espaço para ser mais feliz.

  Quero convidá-lo(a) para uma viagem interior que vai reforçar sua autoconfiança e, sobretudo, garantir a dignidade do seu espírito. Procure um local tranqüilo e, se possível, grave o texto que vou dizer a seguir e ouça-o com uma música relaxante ao fundo: Vamos começar deixando de lado todas as pessoas que, na trajetória da sua vida, você sempre colocou em primeiro lugar. Marido, filhos, pais, amigos, parentes e colegas de trabalho. Deixe cada um deles no seu devido lugar, ou seja, neles mesmos. Seu marido está dentro dele; seus filhos estão dentro deles; e assim por diante.

Olhe para todas essas pessoas à sua volta e diga: Vocês são vocês. Não tenho medo de vocês. Eu não sou vocês. Sinta seu corpo inteiro ao dizer essas palavras. Agora repita comigo novamente: Eu não sou os outros. Eu sou eu. Sou um ser indivisível e tenho força de apoio para dar a mim mesmo. Eu tenho poder de escolha para optar por mim. Eu tenho boa vontade para comigo. Eu tenho olhos para me ver com bons olhos. Eu tenho meus cinco sentidos em perfeita harmonia para escolher o que me dá mais prazer, o que me põe pra frente. Tenho liberdade de não querer isso ou aquilo. Tenho liberdade de jogar fora o que não me serve mais, de jogar fora o que não se encaixa na minha natureza e na minha individualidade. Que prazer eu sinto ao ser diferente! Todos são diferentes uns dos outros e eu também sou assim. Então assumo que sou diferente com naturalidade.

Nesse instante, estou deixando para trás uma camada de energia que me envolvia, de negação a mim mesma. Não! Eu não me escondo mais. Não tenho vergonha dos meus sentimentos e muito menos das minhas verdades. Tenho coragem de abrir a boca e dizer o que eu sinto, o que estou percebendo, o que estou querendo, o que estou achando. A fofoca, a traição, a conspiração, nada disso é capaz de me atingir por uma razão muito simples: eu estou do meu próprio lado. E mais: o universo me protege, porque ele também está do meu lado. Toda a ignorância do mundo ficou para trás. E essa mania que algumas pessoas têm de usar as outras em benefício próprio não me atinge mais. Aquele que tentar me usar sentirá um retorno forte dessa energia negativa na sua vida, porque voltará tudo pra ele.

Não, eu não quero pensar nos meus sentimentos antigos nem em como eu era. Porque agora eu devo lealdade a minha própria natureza. Agora eu me aconchego com firmeza e sinto prazer em estar comigo. Agora descanso em saber que não me machuco mais por motivos alheios. Eu descanso em saber que não me nego, não me rejeito, não me critico.

Descanso em saber que eu me amo, me respeito e me gosto. Eu me abraço nesse instante e, com o peito cheio de bem-querer (aproveite e dê-se um abraço apertado agora), penso que tenho o maior respeito por tudo o que já fiz, de certo e errado. Porque os erros me ensinam, eu os abençôo. O bem que eu aprendi até agora, o bem que eu já fiz e que continuo fazendo, movida por essa ou aquela razão, não importa mais. Ele é sempre o bem.

Hoje estou feliz porque estou podendo confraternizar comigo. Eu estou relaxando comigo mesma. Hoje eu estou me aceitando e me assumindo bem mais do que ontem, sabendo que posso, sim, precisar de ajuda para continuar. Mas essa ajuda é minha mesma. Eu quero fazer tudo o que posso por mim mesma, porque nasce em mim agora o meu próprio valor. Eu me dou valor. Agora nasce em mim o eu a meu favor. Onde sai a dor, é onde nasce o amor.
                                          Luiz A Gasparetto!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


Os Chakras e o Pai Nosso   Para que esta energia de alta freqüência possa ser percebida pela materialidade humana, tem que ser rebaixada — Como se faz com a energia elétrica de alta voltagem, que deve ser transformada (por um transformador) — para que possamos utilizá-la.

A oração do Pai Nosso é uma interessante seqüência de afirmações e petições, que se inicia num nível vibratório de alta freqüência, altamente mística, e vai decrescendo até freqüências mais baixas, puramente éticas.
A oração do Pai Nosso é como um caminho, porque passa a energia dentro de um transformador. O transformador, no caso, é o corpo, com seus diversos níveis de troca de energia.

As trocas de energia no corpo fazem-se através de plexos nervosos, com ritmos vibratórios distintos, que se distribuem pelo corpo em locais denominados “chacras”.
A energia divina é chamada, pela invocação de Deus. Entra pelo alto da cabeça, e vai sendo progressivamente transformada, a cada chacra que passa, até atingir o nível vibratório do chacra básico (genital), onde se encontra nossa materialidade.
Traz, desta forma, Deus até nós!

Vamos acompanhar, passo a passo, essa transmutação da energia divina, para que tenhamos uma compreensão da grandeza desta oração que Jesus nos deixou.

Chakra Coronário — Chamado da energia

Pai nosso que estás nos céus.

Esta primeira afirmação consiste na chamada da energia do Alto, na entrada desta energia pelo alto da cabeça, através do plexo coronário, que, segundo os orientais, tem mil pétalas e gira com incrível velocidade.

Pai!

A prece se inicia com a chamada: — Pai! Esta simples afirmação, identificando Deus como Pai, é de um extraordinário alcance. Ao chamarmos Deus de Pai, estamos nos identificando como Seus Filhos. Como Filhos, temos a potencialidade do Pai em nós. Nos identificamos com Deus em um nível energético extremamente elevado.
Neste momento captamos a energia do alto!

Nosso

Quando dizemos “Nosso”, entendemo-nos como Irmãos de todos os seres. O Pai é Nosso; não é só meu, porque somos todos Irmãos.

Esta conceituação amplia a anterior. A energia contida nesta afirmação – Pai Nosso! – é possível explicar, mas é impossível a um ser humano comum sentir esta afirmação com total percepção de amor. A emoção contida na total compreensão desta afirmação, seria de tal magnitude, que destruiria o sistema nervoso de um homem comum.

A grande mística, Santa Terezinha, não conseguia dizer a oração do Pai Nosso: quando iniciava a oração, perdia os sentidos. Santa Terezinha, nesse momento, tinha percepção e consciência desta energia de altíssima freqüência. Freqüência que o organismo humano não tem estrutura para suportar.

Que estais nos céus

Deus que está em toda parte, que impregna tudo, que É! Este é o conceito que Deus transmitiu a Moisés, quando este perguntou-lhe quem Ele era. A resposta foi:
- “Sou aquele que É!”

Nesta primeira afirmação da oração, temos a identificação de Deus, e a chamada do “Nome de Deus”.
“Aquele que É”! Jafé! Jeová ! Iod-Hé-Vau-Hé!
Nome que a boca humana não é capaz de pronunciar!

Explicar tais conceitos é possível; senti-los, entretanto, é totalmente impossível ao ser humano normal. Como se pode ver por este início, o que está escrito nos evangelhos transcende em muito a aparente simplicidade das palavras. A grandeza do Evangelho não está na letra morta, mas no espirito de quem o lê.
O Evangelho é vivo!

Chakra Frontal

Santificado seja o vosso nome.

Entender esta petição, temos que antes entender o que quer dizer “santificado”.
Santificado – “Que seja considerado Santo”.
Santo envolve o conceito de perfeição e de universalidade

Nome – O nome não é como imaginamos, uma palavra que designa alguma coisa.
Nome é a vocalização ou a materialização de um ser ou objeto.
O Nome de Deus é impronunciável!
Segundo os judeus, esse Nome só era pronunciado em determinado dia, no âmago do Santuário do Templo, pelo Supremo Sacerdote. O nome é a excelência do ser ou do objeto.

O Nome de Deus é a essência de Deus – é o próprio Deus!
Nesta petição mística, pedimos que Deus seja aceito por tudo e por todos, como a perfeita harmonia universal (Santo). Como sendo “Aquele que É”!
Que Deus seja a harmonia total, e que tudo e todos sejam o seu reino!

Aqui está expresso o conceito maior da unidade. Tudo e todos são Um! Este conceito não pode ser percebido pelos nossos sentidos.
Com esta petição mobilizamos a energia pela passagem no Chacra Frontal. A energia transformada, neste ponto, já permite uma certa compreensão, que muito se aproxima de uma inspiração, e que pode ser percebida através da região frontal ou do “terceiro olho”.

Chakra Laríngeo

Venha a nós o vosso reino

Na petição anterior pudemos ter uma pequena inspiração do que seja o “Reino de Deus”. Nesta segunda petição mística, pedimos que este “reino”, esta harmonia de todos e de tudo, venha a até nós.

O reino de Deus manifesta-se através do Verbo! “No inicio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1, 1).
O Verbo, o Logos, o Cristo, se manifestam pela palavra. Através da palavra é que podemos materializar a energia que vem de outros níveis.

Sabe-se hoje que o som é a energia vibratória que mais próximo se encontra da matéria. Com facilidade materializamos um som, fazendo vibrar a limalha de ferro em um placa, formando figuras.

O som e o Verbo manifestam-se através do Chacra Laríngeo, onde encontra-se nossa capacidade de expressão pela palavra.
O modo do Reino vir até nós é através do nosso Chacra Laríngeo. A conceituação expressa nesta terceira afirmativa movimenta o Chacra Laríngeo, pela passagem da energia divina por ele.

Na simbologia da Torre de Babel, podemos observar que a perda do reino (harmonia entre os homens), deu-se pela perda da possibilidade de expressão pelo homem. A perdição do homem foi pela perda da palavra, em conseqüência de sua presunção.
Notamos que, a cada descida da energia divina, fica-nos mais acessível o entendimento.

Chakra Cardíaco

Seja feita vossa vontade assim na terra como nos céus.

Claro que a vontade de Deus se fará sempre em todos os lugares! Independendo da nossa vontade e das nossas rogativas. Nossa vontade não é oriunda da mente racional, como muito pretensiosamente julgamos. A vontade é um impulso que parte de dentro do coração, que a mente transforma e adapta às suas necessidades.

Vemos no Evangelho que muitas vezes Jesus afirma este conceito – “Porque pensais assim em vossos corações”.
Que nossos corações aceitem e entendam a “Vontade de Deus”! Esta é a síntese da quarta petição.
Neste ponto a energia é transformada pela passagem pelo plexo do Chacra Cardíaco.

A petição é de que nosso coração tenha o entendimento desta Vontade. Que esta vontade seja aceita tanto em cima como embaixo (na terra como nos céus).
A afirmação adquire aqui uma conotação interessante. O Chacra Cardíaco é o chacra que fica no meio do corpo.
A figura de céu e terra, colocada neste ponto da oração, é de uma clareza e de uma beleza poéticas.

Podemos ver que a cada descida da energia, fica mais compreensível o entendimento, e mais clara a correlação com os plexos energéticos (chacras) do corpo humano.
Neste ponto encerram-se as 3 petições que são de conteúdos místicos, passando-se às 4 seguintes que são de conteúdo ético.

Chakra Umbilical

O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

As petições éticas são de mais fácil entendimento. A energia já se encontra em níveis vibratórios próximos à nossa consciência.
De uma forma poética, o pão está representando todas as nossas necessidades de sobrevivência neste mundo. Difícil achar forma mais clara de expressar tal abrangência.

“O pão nosso de cada dia dai-nos hoje” – não o pão do dia de amanhã: somente o de cada dia, a seu tempo.
Esta petição envolve não só a satisfação de nossas necessidades materiais, como também as psicológicas, pedindo que tenhamos confiança e fé de que o pão de amanhã será servido a seu tempo. Que não tenhamos ambição e ganância para acumular tesouros terrenos, que as traças e a ferrugem destróem.
A primeira petição ética é claramente a ativação do Plexo Solar, Umbilical ou do Estômago, que é representado pelo Chacra Umbilical.

Chakra Esplênico

Perdoa as nossas dividas, assim como nós perdoamos os nossos devedores.

Esta petição, que de inicio parece mística, é uma forte petição ética, como vamos ver a seguir. Nas nossas dívidas estão as nossas culpas. Quando temos culpa, ficamos vinculados a essa culpa de uma maneira quase física.

A culpa nos prende pela emoção. A emoção é diferente do sentimento; é acompanhada de manifestações físicas (calafrios, rubores, suores, arrepios). As emoções são percebidas através do abdome. Os vínculos obsessivos com entidades espirituais fazem-se através do Plexo Esplênico.

Como é possível perdoar nossas culpas? Seria injusto Deus perdoar uns e não perdoar outros. Não é Deus que perdoa nossas culpas, somos nós mesmos! Perdoamos na medida em que nos tornamos capazes de perdoar os nossos devedores. Quando conseguimos perdoar nossos devedores, desfazemos esse vínculo esplênico da culpa.
Perdoar os nossos devedores não é uma atitude mística, e sim ética.

Perdoar, ou não, os nossos devedores, é mais importante para nós do que para o devedor. Perdoar é uma atitude lógica, racional, e do interesse de cada um. Na medida em que perdoamos é que somos perdoados. Por mais que sejamos perdoado, só estaremos perdoados, quando nós mesmo nos perdoarmos!
Esta segunda petição ética é colocada de uma forma impressionante sobre o Plexo Esplênico, orientando a forma com que a energia tramita por este chacra.

Chakra Sacro

Não nos deixeis cair em tentação.

Esta petição tem características muito interessantes. Não se pede aqui para que não existam tentações. Também não se pede que não sejamos submetidos às tentações. Que existam! Que sejamos tentados! Que tenhamos força para não cairmos nelas!

Não podemos evitar as tentações da matéria, porque vivemos nela. Viver na matéria é a principal finalidade de nossa existência neste “eon”. Não podemos pedir que nos liberte do mundo! Pedimos que não fiquemos presos às tentações do mundo. Que saibamos viver no mundo sem ficarmos presos às coisas terrenas.

Com esta terceira petição ética chegamos com a energia divina até nossa materialidade terrena.
Nossos plexos Sacro e Genital (básico) são a parte do nosso corpo que nos põe em contato com o mundo material.
Neste ponto, temos mais uma interessante colocação desta prece, quando separa o chacra sacro do chacra básico. Há entre os estudiosos dos chacras aqueles que os consideram como um único chacra. Provavelmente com a intenção de que o número dos chacras sejam sete. Na prece, os chacras sacro e básico aparecem separados de uma forma bastante sutil, o que dá margem a interpretar os chacras como sete ou oito. A ultima petição pode parecer incluída nesta.

Chakra Básico

Livrai-nos do mal.

Esta ultima petição ética é de difícil interpretação. Ficou claro na petição anterior, que a tentação não é o mal.
O que seria este mal? Poder-se-ia entender o mal como sendo o caminho da satisfação dos sentidos, o mergulho do homem na sua materialidade. Sendo este caminho uma opção de fé e de vida. Alegam alguns magos negros que esta seria um opção divina. Já foi o próprio Deus que nos colocou os sentidos e nos proporcionou o prazer em satisfazê-los.

A doutrina de Jesus é clara em mostrar que é mesmo necessário que tenhamos nossos sentidos satisfeitos, até o momento em que tenhamos chegado ao fim do poço da jornada da satisfação destes sentidos. Para então reiniciarmos o caminho de volta a Deus. Como bem está demonstrado na parábola doFilho Pródigo.

O homem é sem duvida muito mais que a sua materialidade. A plena satisfação da materialidade não conduz o homem á felicidade. Este fato está sendo demonstrado de modo prático e claro, neste fim de ciclo pelo qual estamos passando. O homem vem tendo todas as suas necessidades satisfeitas pelo progresso da ciência e da tecnologia, sem que isto o torne mais feliz. Esta interpretação não faz sentido, não só nesta prece, como também não se sustenta por si mesma.

O verdadeiro mal também não consiste em se ser mau. A grande maioria dos que são maus, o são por defesa, por medo, ou por ignorância. “Deus faz nascer o sol todas as manhãs igualmente para os bons e para os maus”. Não se pode aceitar que exista um mal organizado, que se contraponha ao bem e à harmonia de Deus. Desta forma estaríamos aceitando um Deus que não seria onipotente. Não há dualidade entre bem e mal.
Fazer o mal gera uma reação externa, que se volta contra o próprio homem, criando agressões dos outros homens ou do meio.

Quanto mais adiantado o homem, fazer o mal gera uma desarmonia interna que o faz sofrer. O homem está no mundo para evoluir e crescer, na compreensão deste ciclo evolutivo. Sendo mau, vai de alguma forma movimentar forças que se voltarão contra ele, não com o intuito de puni-lo, mas de educá-lo na compreensão deste ciclo evolutivo. Desta forma, vemos que ser mau não é o verdadeiro mal.

Estas observações levam-nos a admitir que o verdadeiro mal está na inércia do homem.
O mal está em ser morno, não ser frio nem quente. O mal está em não usar os “talentos” com que fomos brindados.
O mal está em ficar parado! – Conforme foi dito pelo próprio Jesus.
Com esta ultima petição, se encerra esta maravilhosa oração.
A energia divina foi trazida até nós, rebaixada gradualmente através dos nossos vórtices de energia (chacras), vindo finalmente nos dar um impulso de vida. Impulso para que sigamos adiante!
Para que andemos!
Para que vivamos!
Por que vivendo, bem ou mal, certo ou errado, inevitavelmente estaremos cumprindo a Vontade de Deus que está em nós!
Amém!

Fonte: phenix nagual
Léa Cristina Ximene