sábado, 19 de novembro de 2011

SEICHO-NO-IE - Palestra: Os Estados psicológicos que criam as doenças

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O Joguinho de Chá



Eu e uma amiguinha costumávamos  brincar sempre, certo dia sua mãe a presenteou com um belo jogo de chá,o brinquedo tinha sido importado da frança era de porcelana ai eu fui e pedi a ela que me emprestasse só um pouquinho enquanto ela saia para ir as compras com a mãe ,eu estava brincando com o joguinho de chá de minha amiga na minha casa derrepente por distração minha deixo a bandejinha cair com o joguinho de chá que minha amiga tinha emprestado com tanto carinho e me pediu que por favor que eu cuidasse bem dele pois que a mãe tinha comprado aquele brinquedo com tanta dificuldade e dele não se fabricava mais ,ai pensei _Meu Deus! O que faço agora ?_Ela me emprestou com tanto carinho mas pediu que eu fosse cuidadosa e eu não fui.Algumas peças estavam inteiras mas uma xícara tinha quebrado ,então eu pedi a meu pai que colasse e que deixasse como ela era antes ,então meu pai colou e disse _Filha o máximo que consegui foi isso  por que a asa da xícara se partiu em mil pedaços,você vai ter que dizer a sua a amiguinha que te perdoe pois que você não fez por mal e não tenho como dar um brinquedo desses que é caro e raro mas você podia dar a ela aquele joguinho que foi presente de sua avó lembra?_Aquele que é de plástico mas é tão lindo e tenho certeza que se você der de coração ela vai aceitar.Eu não sabia como falaria isso pra minha amiguinha ,como eu pude ser tão desajeitada a ponta de quebrar o brinquedo preferido dela,então esperei que ela voltasse pra casa e tomei coragem e fui a casa dela ,_Olha amiga sabe o seu joguinho de chá?Eu tropecei e deixei cair a bandeja e uma das xícaras se quebrou mas pedi a meu pai que colasse mas a asinha não deu por que ela se espatifou .Então ela disse_Como você pôde ser tão tonta ?Logo aquele jogo que minha mãe comprou com tanta dificuldade ?Eu disse a ela_olha amiga me perdoa eu juro não foi por mal eu sei que seu jogo não vai ser mais o mesmo pois uma xicara está sem a asa mas eu trouxe esse joguinho que minha avô me deu pra te mostrar o quanto sua amizade é importante para mim .Então você aceita esse jogo de chá?Ele é de plástico mas foi dado por minha avó antes dela morrer e foi dado com muito carinho ,então quero que fique com ele.Minha amiguinha estava enfurecida comigo então sua mãe disse pra mim_Marizinha vai pra casa deixe que ela se acalme e quando a raiva passar vocês conversam ta?Passados uns dias eu liguei pra minha amiguinha quando ela atendeu e soube que era eu ,desligou na minha cara , então deixei que se passasse um tempo até que a raiva sarasse .
Pois é amigos as vezes nossos amigos nós oferecem sua amizade como aquele joguinho de chá e agente parte o coração deles e muitas vezes não tem como remendar .Outra vezes somos nós quem damos aquele joguinho que nos foi dado por nossa avó ,só pra mostrar aquele amigo que a amizade dele é importante pra gente e então pedimos perdão muitas vezes não somos perdoados .Então não espere quebrar o brinquedo de seu amigo pra dizer o quanto ele é importante para você e nem parta o coração do seu amigo .Cuide muito bem do jogo de Chá que lhe é dado !
                                                       Autoria:
                                                           Marinalva Reis



sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Meditação de Cura 11-11-11 ( COM ÁUDIO)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Roer as Unhas é esconder sua agressividade!

As unhas
As unhas das mãos e dos pés desenvolveram-se a partir das garras, ou seja, são resquícios destas, e em conseqüência têm a ver com nossa herança agressiva e nossa origem. Como deixamos de utilizar as garras diretamente na luta diária pela vida, precisamos apará-las. Antigamente elas se desgastavam como acontece com os animais de rapina. Quanto a isto, é igualmente uma atitude honesta e uma desilusão observar quem além de nós tem garras no mundo animal; o revestimento agressivo, tanto das unhas como das pessoas, fica claro. Agora, em uma época que ao mesmo tempo combate a agressão e é extremamente agressiva, não é mais tão fácil manter as unhas perfeitas. Seja por serem atacadas por agentes estranhos tais como fungos ou amputadas de livre e espontânea vontade com os dentes, sobretudo pelas crianças, ou ainda por se tornarem quebradiças e lascarem com facilidade, elas sempre lançam uma luz sobre nossa maneira de lidar com a agressão. Em muitas culturas, seu comprimento é sinal do quanto a pessoa se manteve distante do indigno trabalho braçal diário. Ao mesmo tempo, esse costume deixa claro quanta agressividade é necessária para impor um tal estilo de vida econservar o poder correspondente. Também entre nós, unhas bem cuidada ssão um sinal de trabalho intelectual e de seu trato refinado com a agressividade.Em nossa cultura, é principalmente o mundo das senhoras que exibe seus símbolos de agressão com orgulho, não poupando gastos em seu cuidado e colocando-os em evidência com cores brilhantes. O esmalte de unhas tornou-se um componente permanente da vida. Excepcionalmente, ele tem a cor da madrepérola, aquele material iridescente no qual diversos seres aquáticos se envolvem, e sinaliza que para seus proprietários a temática agressiva transformou-se em algo cintilante, precioso. O vermelho, escolhido de forma preponderante, é muito apropriado simbolicamente, pois se trata da cor do deus da guerra, Marte, e de sua rival e companheira, Vênus, a deusa do amor. A agressão e o amor unem-se em paixão nas longas unhas pintadas de vermelho, e as garras assim acentuadas sinalizam algo eroticamente sedutor que sempre é criado a partir dessas duas fontes. Não é de surpreender, já que Eros/Amor, o deus do erotismo, é filho de Vênus e Marte. Com as armas de guerra do pai, o arco e a flecha, ele instila o desejo da mãe, o amor, no coração dos homens.Quando se pensa nas luzes do semáforo e no traseiro dos babuínos, o vermelho é também a clássica cor de aviso, que pode ser vista de longe.Unhas vermelhas chamam a atenção para si, para as qualidades sedutoras de seu proprietário, ou para o sangue que goteja de suas unhas. Finalmente,as unhas têm ainda um caráter saturnino, limitador, já que podem também sinalizar: "Até aqui, não prossiga."
Inflamação das unhas
Este sintoma, também chamado de panarício, pode surgir tanto nas unhasdas mãos como dos pés. O leito da unha, o espaço onde ela cresce e se alimenta, está inflamado e com pus. A inflamação nessa região encarna um conflito em relação ao lar da agressão, ou seja, da vitalidade.
 De maneira semelhante ao que acontece na inflamação das gengivas (gengivite), o tema da confiança primordial está sendo aludido. As ferramentas da agressão, garras e dentes, precisam de um fundamento saudável para tornar-se agressivos de acordo com sua determinação. De maneira análoga, um apessoa precisa da confiança primordial para poder dar expressão a sua agressão, sua vitalidade e sua energia. Quando falta autoconfiança às crianças e, sobretudo, confiança nos pais, elas não se atrevem a ser agressivas. Aquilo que externamente parece uma louvável afeição é, muitas vezes, falta de confiança.
Quando, ao contrário,elas se atrevem a algo que os pais de forma alguma valorizam, manifestam com isso confiança, pois podem contar com os pais mesmo quando dão vazão à sua agressividade, ou seja, sua vitalidade. Estar permanentemente grudado na barra da saia da mãe, ao contrário, deixa entrever medo e falta de confiança.
Quando ao conflito na base da agressão no leito da unha soma-se ainda roer as unhas, a situação torna-se mais clara ainda. A criança não se atreve a agarrar a vida e mostrar as garras. A válvula de escape para a energia vital não é suficiente e a criança, portanto, dirige sua agressividade contra si mesma e castra suas próprias ferramentas de agressão. Em vez de ficarem contentes pelo fato de as crianças não dirigirem suas mordidas contra eles,não é raro que os pais recorram a punições. Na tentativa de tirar o "vício" de seu filho, eles fazem com que o problema da agressão mergulhe ainda mais na sombra. É justamente a sinceridade do sintoma que enfurece os educadores. Agora todos podem ver como seu filho vive de forma contrária à vitalidade. Algumas crianças levam essa situação tão longe que chegam a roer também as unhas dos pés. O que sua fome de agressão poderia deixar claro? Caso o sintoma perdure até a adolescência ou mesmo até a idade adulta, isso mostra a contínua carência de possibilidades de expressão para a própria vitalidade. Não é raro que o sintoma desapareça para voltar a emergir mais tarde com outra roupagem, por exemplo, sob a forma de uma alergia. Como as unhas freqüentemente são roídas quase até a base, as pontas dos dedos ficam desprotegidas e tendem a inflamar-se. O panarício típico, entretanto, afeta unhas intactas que repentinamente desenvolvem uma tendência  para  encravar. Elas perfuram a própria carne e, assim, declaram a guerra. Em geral, a situação não é tão crônica como quando se rói as unhas, inflamando-se em um conflito agudo. Ainda assim, há pessoas que sempre voltam a recorrer a este plano de conflitos em torno de sua confiança primordial. Além da típica ferida no leito da unha, há outras maneiras que podem chegar até os ossos.Quando o periósteo, os ossos ou os tendões são afetados, a problemática anímica que sai à luz é correspondentemente mais profunda. Os agressores, no sentido físico, são na maioria dos casos estafilococos ou outras bactérias, no quadro de uma assim chamada infecção mista. Enquanto a pessoa se deixa inflamar por esses agentes, os temas propriamente causadores obtêm muito pouco espaço. De fato, uma pessoa que declara guerra a si mesma, ou seja, cujo sistema de armas ofensivas, por dentro e por baixo, está por assim dizer sendo colocado em questão em seus próprio pais, bem, essa pessoa mal poderia defender-se, quanto mais tomar por si mesma a decisão de atacar. A ferida costumeira no leito da unha pode fazer com que esta se solte e, com isso, indicar uma perda na disponibilidade para a defesa.As garras postas temporariamente fora de combate apontam para a lição a ser aprendida: trazer a própria vitalidade e agressividade de volta para planos conscientes. A guerra em tomo do sistema de armas do corpo deveria ser travada em planos onde as soluções são possíveis. Nesse caso, as armas do espírito têm precedência sobre as armas do corpo. Até mesmo agarrar e arranhar conscientemente tem mais sentido que cultivar ulceras nas unhas.
Perguntas
1. Onde deveria mostrar minhas garras e não me atrevo? Onde eu inconscientemente guardo algo sob as unhas? 
2. Até que medida meu medo me deixa indefeso diante da agressão? 
3. Onde, em sentido figurado, sou vítima de minha agressão? 
4.Onde poderia encontrar confiança em minha força e minha vitalidade?
5. Onde há possibilidades significativas para minha 
disponibilidade agressiva de defesa? 
Como minha fome poderia ser melhor aplacada?

Essas perguntas são de grande importãncia para chegar até a raíz do problema.
Fonte: Rüdger Dahlke - A Doença Como Linguagem Da Alma