segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Reiki - Pesquisas científicas

Reiki - Pesquisas científicas

Pesquisas científicas na área de imposição de
mãos estão sendo conduzidas há algum tempo. Há

agora algumas experiências que validam a
utilidade do Reiki como técnica de cura. Alguns
dos resultados mais interessantes destas
experiências demonstram que os resultados
positivos são mais do que efeito placebo.

Wendy Wetzel, uma enfermeira descreve uma
experiência de Reiki que ela conduziu: "Cura por
Reiki - Uma Perspectiva Fisiológica". Em seu
estudo, quarenta e oito pessoas compuseram o
grupo experimental enquanto dez, o de controle.
Os grupos tiveram amostras de sangue retiradas no
princípio e término da experiência. O grupo
experimental recebeu treinamento em Reiki I. O
grupo de controle não foi envolvido no treinamento de Reiki.

Das amostras de sangue foram analisados a
hemoglobina e o hematócrito. Hemoglobina é a
célula vermelha do sangue que leva oxigênio.
Hematócrito é a relação das células vermelhas do
sangue com o volume total de sangue. As pessoas
do grupo experimental tiveram mudança
significativa nestes valores com vinte e oito por
cento sofrendo um aumento e o resto uma
diminuição. As pessoas do grupo de controle não
tiveram mudança significante. As alterações,
aumento ou diminuição, são consistentes com o
propósito de Reiki que é trazer equilíbrio em uma base individual.

Uma paciente teve 20% de aumento nestes valores.
Ela continuou tratando-se diariamente com Reiki e
depois de três meses, o aumento foi mantido. A
paciente vinha de um quadro de anemia por deficiência de ferro.

Outra experiência demonstrou aumento nos valores
de hemo-globina; conduzida pela médica, Otelia
Bengssten, em um grupo de setenta e nove
pacientes com diagnósticos de pancreatite, tumor
cerebral, enfisema, desordens endócrinas
múltiplas, artrite reumática, e parada cardíaca.
O tratamento de Reiki foi feito em quarenta e
seis pacientes, sendo trinta e três controles. Os
pacientes mostraram aumentos significantes nos
valores de hemoglobina. A maioria dos pacientes
informou melhoras ou desaparecimento completo dos
sintomas. Esta experiência e a anterior
demonstrou que as aplicações de Reiki produzem melhoras biológicas.

No centro médico St. Vincent em Nova Iorque a
experiência foi efetuada por Janet Quinn, diretor
assistente de enfermagem na Universidade da
Carolina do Sul. A meta desta experiência era
eliminar o efeito placebo. Trinta pacientes de
coração receberam vinte perguntas de um teste
psicológico para determinar o nível de ansiedade.
Eles foram tratados por um grupo treinado em
Reiki. Um grupo de controle de pacientes também
foi tratado por pessoas, não treinadas em Reiki,
que imitaram as mesmas posições de imposição de
mãos. No primeiro grupo dezessete por cento
tiveram o nível de ansiedade diminuído depois de
cinco minutos de tratamento; o outro grupo não apresentou nenhuma modificação.

Daniel Wirth da Ciências Internacional de Cura em
Orinda, Califórnia conduziu um experimento
controlado usando Reiki. Quarenta e quatro
estudantes de faculdade, do sexo masculino,
receberam feridas idênticas infligidas por um
doutor no ombro direito ou esquerdo. Vinte e três
receberam Reiki e os outros vinte não. Os
tratamentos eram ministrados de tal modo que a
possibilidade de um efeito placebo estava
eliminada. Todos os quarenta e quatro estudantes
estendem os braços através de um buraco na
parede. No outro quarto, estava o reikiano
administrando Reiki sem os tocar. Nem todos
receberam Reiki. Foi-lhes informado que o
experimento era sobre a condutividade elétrica do
corpo. Ninguém sabia que a experiência era sobre
cura. No oitavo e décimo sexto dia foram feitas
avaliações dos ferimentos. Depois de oito dias,
as feridas do grupo tratado tinham melhorado 93,5
por cento comparados com 67,3 por cento dos não
tratados. Depois de dezesseis dias, o quadro era de 99,3 e 90,9.

Dr. John Zimmerman da Universidade de Colorado
usando um SQUID (Dispositivo Supercondutor de
Interferência Quântica) descobriu que campos
magnéticos são criados ao redor das mãos de
aplicadores de Reiki. As freqüências dos campos
magnéticos que cercam as mãos dos reikianos eram
de ondas do tipo alfa e gama semelhante para as
observadas no cérebro de meditadores.

Dr. Barnard Grad de Universidade de McGill em
Montreal, usa sementes de cevada para testar o
efeito de energias curativas psíquicas em
plantas. As sementes foram plantadas e regadas
com uma solução salina que retarda o crescimento.
Uma parte das sementes, lacradas em um recipiente
foi regada com a solução energizada por um
reikiano durante quinze minutos e outra não foi.
A pessoa que molhava as plantas não sabia qual
grupo estava sendo aguado com a solução
energizada e qual não estava. As plantas regadas
com a solução salina cresceram mais rapidamente e
mais saudáveis, com 25% mais peso e um teor de clorofila mais alto.

Estas experiências envolvendo plantas, além de
confirmar a natureza de não placebo da cura
psíquica, confirmam a antiga compreensão
metafísica de que energias curativas podem ser
armazenadas em água para uso futuro.

Em outra experiência envolvendo a curadora
psíquica Olga Worrall, o Dr. Robert Miller usou
um transdutor eletromecânico para medir a taxa de
crescimento microscópica de grama de centeio. O
dispositivo usado tem uma precisão de milésimos
de polegada por hora. O Dr. Miller fez a
experiência em seu laboratório, fechando em
seguida a porta para eliminar qualquer
perturbação. Foi pedido a Olga, que se encontrava
a mais de 600 milhas, para rezar para a planta da
experiência exatamente às 21 horas. Quando o Dr.
Miller voltou ao laboratório no dia seguinte, o
equipamento de teste tinha registrado crescimento
contínuo normal de 6,25 milésimos de polegada por
hora até às 21 horas. Naquele momento, o registro
começou a divergir para cima e tinha subido a
52,5 milésimos de polegada por hora que
correspondia a um aumento de 840 por cento! Esta
taxa de crescimento permaneceu até de manhã
quando diminuiu, mas nunca para seu nível original.

O grupo de Spindrift fez extensas pesquisas
envolvendo oração e plantas. Os resultados
indicaram que as plantas para as quais as rezas
foram dirigidas crescem mais rapidamente e são
mais saudáveis em comparação com as que não
receberam a reza, embora as condições sejam
iguais para ambos os grupos de plantas.

Mais experiências estão sendo feitas e teorias
científicas desenvolvidas para descrever o Reiki
como técnica de cura. O desenvolvimento de
equipamentos mais sensíveis permitirá a ciência
entender, validar, e aceitar a realidade do
Reiki. Com isto veremos um uso crescente do Reiki
individualmente, na família, em hospitais e
consultórios. Um conhecimento mais profundo da
natureza da saúde e a unidade de toda a vida,
redescobrirá a velha sabedoria que diminuirá o
sofrimento, tornando a vida na terra mais
agradável e promovendo a cura do planeta.

Por William Lee Rand
Fonte: Reiki News Magazine

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